BEM VINDOS!!!

SEJAM TODOS BEM VINDOS!!! Este blog tem como objetivo despertar os educadores para importância da prática da leitura na formação dos alunos. Nesse sentido a educação acontece através de um processo coletivo de interação, interlocução, novos sentidos, novos significados que vão sendo produzidos. Assim, a linguagem, através dos processos de interação e interlocução, é concebida como elemento fundamental na constituição e desenvolvimento do homem.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

CIRCUITO ELÉTRICO



Generalizamos um circuito elétrico simples como sendo o conjunto de caminhos que permitem a passagem da corrente elétrica, no qual aparecem outros dispositivos elétricos ligados a um gerador.

 


Figura 1 - A lâmpada está apagada por não haver passem de corrente elétrica pelo circuito
Figura 1 - A lâmpada está apagada por não haver passem de corrente elétrica pelo circuito
Façamos a observação da figura 1 acima, nela temos um exemplo bem simples do um circuito simples. De um modo bem geral, podemos afirmar que um circuito simples é aquele em que há apenas uma única corrente elétrica, ou seja, a corrente elétrica sai do gerador e percorre somente um caminho até voltar a ele. Podemos ver na figura abaixo que há uma pilha, uma lâmpada e uma chave metálica, ligada por fios condutores.

De acordo com a figura acima, vemos que a chave está desligada (ou aberta). Desta forma, vemos que a lâmpada não acende, pois não há passagem de corrente elétrica no circuito.
Observando a figura abaixo vemos que a chave está fechada, desta forma os elétrons podem passar pela chave. Ao se moverem através da chave dizemos que há corrente elétrica no circuito, sendo assim, a lâmpada se acende. Geralmente as chaves e também os fios possuem resistência bastante pequena, se compararmos com resistências que aparecem em outros circuitos (na figura, a resistência da lâmpada).
Figura 2 - A lâmpada acende quando a chave está fechada
Figura 2 - A lâmpada acende quando a chave está fechada
Assim, as situações das figuras acima são representadas pelos diagramas:
Diagrama 1 e diagrama 2
Diagrama 1 e diagrama 2
Como sabemos, os filamentos das lâmpadas não são condutores ôhmicos, isto é, não têm resistência constante. No entanto, muitas vezes consideramos essa resistência aproximadamente constante e representamos as lâmpadas como resistores.

Dessa forma, os diagramas da figura acima poderiam ser representados como nesta outra ilustração (figura abaixo), em que R é a resistência da lâmpada.
Outra representação de circuitos simples
Outra representação de circuitos simples
Tanto no diagrama 1 como no diagrama 2, levamos em conta o fato de que os fios de ligação e a chave têm resistência desprezível e, assim, são representados por segmentos de reta. O interruptor usado nas residências é um tipo de chave que pode interromper ou deixar passar a corrente elétrica.
Por Domiciano Marques
Graduado em Física
Equipe Brasil Escola


http://www.brasilescola.com/fisica/circuito-simples.htm

terça-feira, 1 de outubro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Estações do Ano e as Variações Climáticas

Este vídeo foi produzido pelos alunos do 8º ano, referente a situação de aprendizagem 3º bimestre

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A importância da formação e da leitura


Chamo-me Marcio Marcelo Torres, sou formado em Ciências com habilitação em Biologia. Na época que estudei não tinha as series infantis e já entrava direto no primeiro ano, com o conhecimento vindo de casa, onde tive uma boa base, apesar de meus pais terem pouco estudo. Somos quatro, todos com superior, o que na época era um esforço, mas tínhamos consciência disso.
Minha primeira professora foi Marlene Frattini, no Grupo Escolar de Dobrada, hoje como justa homenagem “dona Marlene” e nome de uma Escola aqui de Matão. Lembro-me do final do primeiro ano, nota 99, um livro de brinde da professora, quanta alegria.
As tarefas seguidas de perto pelos pais, o incentivo a leitura, as primeiras silabas, primeiras palavras e por fim as frases, que conquista.
Minhas primeiras leituras eram pequenos livros emprestados, pois a biblioteca da escola era muito fraca. Depois vieram os gibis, às vezes não muito aceitos e, por fim, com a construção da nova escola pude ter acesso a os bons livros.
Acho que por ter tantos professores dedicados e incentivadores, encontrei neles o gosto pelo magistério, onde procurei desde as primeiras ideias de formação e onde acho que me realizo.
A área de ciências me cativou pela grande diversidade de informações e curiosidades.
Trabalho na rede estadual há mais de 20 anos e também na rede municipal há sete anos, o que às vezes me entristece um pouco pela correria e cansaço, pois a idade vai ajudando a cansar mais fácil.
Essa experiência que tento passar para os alunos, tentando incentiva-los e mostrar que o futuro pode ser muito bom se a gente buscar o que queremos.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Importância da leitura e escrita na minha vida

Meu nome é Maria Cecilia , sou formada em ciências químicas ,nasci aqui na região mas fui criada em Santo André. Entrei na escola com sete anos, sem nunca ter pego em um lápis na mão antes estava  muito nervosa e curiosa.Meu professor chamava-se Roberto.
Meus pais só fizeram até a 4º série, porem sempre incentivaram os estudos. Mas  eles falavam muito errado, consequentemente eu também, como por exemplo "trabisseiro"e "bassoura"... e meu professor  em toda as lições que passava colocava essas palavras  corretas para eu aprender.
 Terminei o ensino fundamental no SESI, onde eu  tinha que ler muitos livros (coleção vaga-lume), mas um me chamou a atenção, se chamava  "8ª SÉRIE C",onde narrava uma situação de uma sala de aula e conflitos entre adolescentes, me identifiquei, pois estava na mesma série e com os mesmos conflitos, aliás havia uma personagem com meu nome.
Os anos passaram e eu queria fazer faculdade de farmácia, mas meu pai não aceitava, pois as faculdades eram longe da minha casa. Então   prestei vestibular para química, trabalhei em indústria e após alguns anos acabei optando pela licenciatura onde me encontrei profissionalmente, e acabei lecionando no SESI e sou  professora da REDE ESTADUAL a 20 anos.
Portanto a leitura e a escrita foram e continuam sendo muito importante na minha vida.

RELATO DE LEITURA E ESCRITA (2)

Recordo algumas coisas de minha infância escolar, iniciei diretamente na 1º série, na "Escola Estadual José Inocêncio da Costa" em Matão-SP, minha primeira professora foi a dona Leonete, uma pessoa encantadora.
 A experiência de decodificar e decifrar o mundo, foi interessante. Me recordo que no início, todos os a fazeres cotidianos me assustavam, estudei com a cartilha Caminho Suave, leitura, tarefa, cópias, tudo isso me desesperava, chorava, mas meu pai e minhas irmãs me tranquilizavam e com toda a paciência me ensinavam e me auxiliavam em tudo que eu necessitava. 
Outra dificuldade que tinha, era em como se pronunciava algumas palavras, por exemplo, prato, braço,  eu não conseguia falar, não sabia falar o "r", e foi uma senhora, chamada Dona Ilda, vizinha da minha mãe que me orientou. 
E hoje revendo valores, a família continua importante nesse processo da alfabetização, como incentivadora, e cabe a nós, professores, realçar todo esse processo pois é magnífico o aprender.
Minha mãe não sabia ler e nem escrever, no entretanto sempre fez questão da importância dos estudos.
Meus pais se separaram quando eu tinha 8 anos de idade, então me dediquei ainda mais aos estudos e me sinto orgulhosa disso.
Minha infância foi bem simples, adorava ler gibis e na adolescência gostava de livros de romances, onde me encantava com os personagens, em seus encontros e desencontros.
E agora com meu filho me realizo, principalmente ao incentivá-lo na grande aventura do ler e escrever! Espero que consiga realizar todos os meus sonhos, pois apesar das adversidades da vida,  ainda sonho com um futuro muito próspero e repleto de realizações.

Complementação da Apresentação

Este blog foi concebido como um espaço reflexivo para a publicação de notícias, textos, dicas e comentários sobre um conjunto variado de temas contemporâneos.

O blog enquanto empreendimento intelectual  foi concebido como um meio de divulgação de informações acadêmicas (eventos científicos, obras, autores, temas, teorias etc.) e de ativismo político.

O leitor encontrará aqui um vasto repertório de assuntos e atores, tendo como eixo condutor a qualidade reflexiva e etnográfica que caracteriza a abordagem antropológica. O blog é uma tentativa de tornar a antropologia mais mundana e acessível aos interessados "não-especialistas", sem perder o caráter filosófico e etnográfico que tanto agrada estudiosos e pesquisadores da área. Para isso, percorremos um caminho que vai dos debates conceituais, metodológicos e teóricos, até os eventos e acontecimentos da vida cotidiana (e vice-versa).

Meu nome é Lucilene Aparecida Guirro, sou um dos seis colaboradores, sou professora há 19 anos, atualmente leciono na "Escola Estadual Chlorita de Oliveira Penteado Martins", na cidade de Matão-SP, tenho um filho com 11 anos de idade, chamado Gabriel que é a grande paixão da minha vida. Nas horas vagas adoro bordar como forma de subterfúgio para as tribulações cotidianas, estou sempre disposta para ensinar e aprender, pois acredito que posso contribuir para formar cidadãos por meio da minha profissão.

RELATO DE LEITURA E ESCRITA

Meu nome é Lilian, sou formada em Ciências Biológicas desde 2000. Escolhi ser professora! Quando fazemos nossas escolhas, saímos da nossa zona de conforto para entrar em contato com os desafios que a vida nos oferece, e ser educador é exatamente isto. Todos os dias temos novos desafios em relação ao ensino e aprendizagem. Escolhi esta profissão por ter prazer no que faço, sentir-me bem quando olho no fundo dos olhos de um aluno que acaba de ler o que escreveu e diz "eu fui capaz". Infelizmente, nos dias atuais, ser educador tem sido uma tarefa árdua, mas temos os nossos objetivos que persistem e nos fazem acreditar que o dia de amanhã será melhor do que o de hoje.
A leitura e escrita está presente na minha vida desde sempre. Lembro-me da professora da 1ª série (D. Bárbara) que encantava a todos com seu jeito envolvente de contar histórias. Sempre fui curiosa e lia tudo que via pela frente. Talvez esse contato prazeroso com a leitura e escrita influenciou na escolha de minha profissão!