Recordo algumas coisas de minha infância escolar, iniciei diretamente na 1º série, na "Escola Estadual José Inocêncio da Costa" em Matão-SP, minha primeira professora foi a dona Leonete, uma pessoa encantadora.
A experiência de decodificar e decifrar o mundo, foi interessante. Me recordo que no início, todos os a fazeres cotidianos me assustavam, estudei com a cartilha Caminho Suave, leitura, tarefa, cópias, tudo isso me desesperava, chorava, mas meu pai e minhas irmãs me tranquilizavam e com toda a paciência me ensinavam e me auxiliavam em tudo que eu necessitava.
Outra dificuldade que tinha, era em como se pronunciava algumas palavras, por exemplo, prato, braço, eu não conseguia falar, não sabia falar o "r", e foi uma senhora, chamada Dona Ilda, vizinha da minha mãe que me orientou.
E hoje revendo valores, a família continua importante nesse processo da alfabetização, como incentivadora, e cabe a nós, professores, realçar todo esse processo pois é magnífico o aprender.
Minha mãe não sabia ler e nem escrever, no entretanto sempre fez questão da importância dos estudos.
Meus pais se separaram quando eu tinha 8 anos de idade, então me dediquei ainda mais aos estudos e me sinto orgulhosa disso.
Minha infância foi bem simples, adorava ler gibis e na adolescência gostava de livros de romances, onde me encantava com os personagens, em seus encontros e desencontros.

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